sábado, 28 de fevereiro de 2015

A DETERMINAÇÃO DE AUGUSTO SEVERO



     De acordo com o Prefácio do livro Nunca desista dos seus sonhos, do autor Augusto Cury, ele cita
     "Os sonhos são como vento, você os sente, mas não sabe de onde eles vieram e nem para onde vão. Eles inspiram o poeta, animam o escritor, arrebatam o estudante, abrem a inteligencia do cientista, dão ousadia ao líder. Eles nascem como flores nos terrenos da inteligência e crescem nos vales secretos da mente humana, um lugar que poucos exploram e compreendem."
      Essa é a perfeita descrição de Augusto Severo de Albuquerque Maranhão, que ousou sonhar e enfrentar as dificuldades da realização do seu sonho.

 Filho do Major Amaro Barreto de Albuquerque Maranhão e de Dona Feliciana Maria da Silva e Albuquerque, nasceu em Macaíba em 11 de janeiro de 1864.
       Após concluir seus estudos preparatórios, matriculou-se na Escola Politécnica, não chegou a concluir o Curso de Engenharia, já iniciara com brilhantismo o curso de Humanidades e por motivos de saúde interrompeu os estudos. Restabelecido, dedica- se ao Magistério no colégio que, em 1882, seu irmão Pedro Velho fundou em Natal.
       Fez parte na Campanha abolicionista e na propaganda republicana, quando começou a revelar as suas aptidões de orador e jornalista.
       Em 1892, foi eleito deputado do congresso local, no ano seguinte ocupou uma cadeira na câmara dos deputados.
Imagem:www.ihp.org.br

       Mais mesmo, com todos esses talentos Augusto Severo ainda sonhava com a construção do PAX, e com a resolução do problema das dirigibilidade dos balões.Então ele resolve ir para a França, para dar forma ao seu sonho. E mesmo com todas as dificuldades apresentada, Severo construiu o Dirigível PAX, e em 12 de maio de 1902, o seu invento sobe aos céus de Paris, mais toda essa glória é apenas momentânea, pois o Dirigível explodiu, matando o mecânico Saches e Augusto Severo.
Imagem: ninja-brasil.blogspot.com
         O sonho de Severo não terminou no dia da sua morte, mais pelo contrario ele inspirou e inspira muitos sonhos ainda nos corações de todos aqueles que buscam a concretização os seus objetivos. Severo compreendeu que muitas vezes os fracassos no meio do caminho, significa abrir o caminho para o crescimento da humanidade.

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

MACAÍBA DURANTE A SEGUNDA GUERRA MUNDIAL

A segunda Guerra Mundial desempenhou um papel primordial para o avanço sistemático e tecnológico de Macaíba. Com o melhoramento das estradas de ligação da cidade de Natal as regiões do interior, uma vez que a comunicação entre essas dependiam de uma estrada de barro, as margens do Rio Potengi, em situação precária. Então melhora-lá era o caminho, para facilitar a comunicação entre as cidades.
Não foram apenas as estradas que foram melhoradas como consequência da vinda dos americanos para Natal, houve o crescimento e a evolução dos meios de telecomunicação, dos hábitos, dos costumes. Portanto era necessário atender a população que estava crescendo bem como melhorar o estilo de vida. Natal estava deixando de ser uma pequena cidade, com costumes provincianos para se tornar referencia as demais da região.
"A estrada Natal- Macaíba sempre foi de vital importância para a comunicação entre a capital e o interior. Antes de sua abertura, Natal era abastecida pelos barcos que navegavam o rio Potengi ou então, por cima dos morros. Para facilitar este intercâmbio entre as duas cidades, o governador Adolfo da Silva Gordo (1889-1890) mandou abrir uma estrada pela margem esquerda do rio Potengi, acompanhando a sinuosidade das dunas. o Sr. Amaro Barreto de Albuquerque Maranhão, pai de do Dr. Pedro Velho, foi contratado para realizar aquela obra, na qual trabalharam cerca de três mil flagelados da seca. Posteriormente, em 1942, o Interventor Federal, dr. Rafael Fernandes, iniciou o calçamento a paralelepípedo desta estrada. Inicialmente, o trabalho ficou a cargo de Inspetoria a Obra contra as secas, hoje o DNOCS. Mas, o referido calçamento ficou pronto somente no começo dos anos 50, no governo de Dr. Sylvio Pedroza. ( Souza, Itamar de (coord))-1983:33-35). A morosidade desta obra virou objeto de gozação nacional. Os humorista cariocas- Ratinho e Jararaca- diziam no rádio o seguinte:"vocês sabem qual é a maior estrada do mundo? é a de Natal- Macaíba. Tem dez quilômetros de extensão, mas já faz um século que estão construindo" ".(Diário de Natal, fascículo seis, pag.156)
Para facilitar a comunicação é instalado no Colégio Agrícola de Jundiaí, Na época da Colônia Penal Dr. João Chaves o primeiro telefone do Município, já que na guerra a comunicação tem a mesma importância que, estratégias de combate.

AUTA DE SOUZA


Auta de Souza
Auta de Souza entra para a história da literatura potiguar por ser a melhor  definição entre o mundo privado e público que a mulher em sua época estava exposta.
A educação ministrada á mulher era precária e a vida doméstica as impediam de participar do ambiente social, era dentro de suas casas que a vida se passava bem diante de seus olhos. é por isso que devido ao ensino que recebera Auta de Souza escreveu a melhor poesia, que se podia fazer em seu tempo.
 Segundo Eloy de Souza:
As mulheres nessa época entregavam-se desde cedo aos trabalhos domésticos e, á parte os serviços subalternos, confiados às escravas, mães e filhas dividiam-se entre a cozinha, o cuidado das crianças, o fuso, a almofadas, o tear, a costura, a criação de aves caseiras e engorda de animais destinados a ser imolados nas quatro festa de ano. E quando alguma moça atingia a idade propícia ao casamento era submetida pelo pai a um exame meticuloso sobre a sua aptidão para tomar conta de casa; uma das provas consistia em se lhe entregar um pouco de sabão, no qual devia cortar ouro e fio, a libra convencional".
Auta de Souza nasceu em Macaíba no dia 12 de setembro de 1876, filha de Eloy Castriciano de Souza e de Henriqueta Leopoldina, tem como irmãos; Eloy de Souza nascido em 1873, Henrique Castriciano em 1874, Irineu Leão Rodrigues de Souza em 1875, e João Câncio Rodrigues de Souza em 1877.
Em 1879 sua mães aos 27 anos, morre de tuberculose, deste mesmo mal o seu pai em 1881 aos 39 anos, falece. Seu Irmão morre aos 12 anos, em uma explosão ocasionado pelo candeeiro, fazendo tais percas, parte do expressionismo triste de seus poemas.
" Mas... a gaiola vazia, 
Que eu conservo noite e dia,
Não sabem? é o coração...
é dentro dele que chora, 
A alma de meu irmão!"
(Souza, Auta de - Horto. Pg.36)
Com a morte de seus pais, Auta de Souza e seus irmãos vão para Recife, morar com avó  Silviana de Paula Rodrigues, ( Dindinha, avó materna).
No Recife em 1888, Auta vai estudar no colégio São Vicente de Paula, sob a orientação de professoras francesas, ( as quais faz referencia em seu livro), lá conheceu vários autores franceses, brasileiros e portugueses e dentre os autores de sua preferência estavam: Gonçalves Dias, Marco Aurélio, Vitor Hugo, Bossuet, Fenelou, Lamartine, Gonçalves Crespo, entre outros.
Aos 14 anos, vitimada pela tuberculose, abandona os estudos e volta para o Rio Grande do Norte, iniciando a caminhada pelos interiores do Agreste e Sertão em busca de cura, já que se acreditava que mudança de ares ajudava o tuberculoso a se curar, se dava a associação de que tal mal era desenvolvida ou que piorava em regiões úmidas.
Auta de Souza colaborou em diversos jornais e revistas e como seu irmão Henrique, adotou dois pseudônimos: Hilário das Neves e Ida Salúcio, dos quais assinava suas participações.
Por volta de 1895, Auta de Souza conheceu João Leopoldo da Silva Loureiro, promotor público de Macaíba, com quem namora um ano e com quem foi obrigada a se separar pelos irmãos por motivo de doença. Após um ano da separação o seu amado falece de tuberculose. Esse fato juntamente com a tristeza da perca dos seus pais e do irmão e da tuberculose que sofrerá. A fez terminar o seu livro, intitulado a principio de Dhálias, a posterior é publicado por nome de Horto.
Em 1900, o seu livro Horto é publicado, tornando um marco da poesia potiguar, o livro recebeu vários elogios da critica do país o sucesso fora tão grande que nos dois primeiros meses as primeiras edições haviam esgotado. Tudo por causa do estilo simples de expressar seus sentimentos, em versos.
Um ano após a consagração de seu livro. Auta de Souza falece em Natal no dia 7 de fevereiro de 1901. Sendo sepultada no cemitério do Alecrim. Em 1906 seus restos mortais são levados para a Igreja Matriz de Macaíba, e colocado no jazido da família.
Em 1951, foi feito uma lápide onde estavam os seus restos mortais com os versos extraídos de seu poema ao pé do túmulo:
"Longe da mágoa, enfim no céu repousa
Quem sofreu muito e quem amou demais".
A certeza da morte a fez buscar consolo na religião, como uma maneira de suportar a dor de partir tão jovem. E assim escreve o poema Minha alma e o verso onde descreve tal situação.
MINH’ALMA E O VERSO



Não me olhes mais assim... Eu fico triste
Quando a fitar-me o teu olhar persiste
Choroso e suplicante...
Já não possuo a crença que conforta.
Vai bater, meu amigo, a uma outra porta.
Em terra mais distante.

Cuidavas que era amor o que eu sentia
Quando meus olhos, loucos de alegria,
Sem nuvem de desgosto,
Cheios de luz e cheios de esperança,
N’uma carícia ingenuamente mansa,
Pousavam no teu rosto?

Cuidavas que era amor? Ah! se assim fosse!
Se eu conhecesse esta palavra doce,
Este queixume amado!
Talvez minh’alma mesmo a ti voasse
E n’um berço de flor ela embalasse
Um riso abençoado.

Mas, não, escuta bem: eu não te amava.
Minha alma era, como agora, escrava...
Meu sonho é tão diverso!
Tenho alguém a quem amo mais que a vida,
Deus abençoa esta paixão querida:
Eu sou noiva do Verso.

E foi assim. Num dia muito frio.
Achei meu seio de ilusões vazio
E o coração chorando...
Era o meu ideal que se ia embora,
E eu soluçava, enquanto alguém lá fora
Baixinho ia cantando:

“Eu sou o orvalho sagrado
Que dá vida e alento às flores;
Eu sou o bálsamo amado
Que sara todas as dores.

Eu sou o pequeno cofre
Que guarda os risos da Aurora;
Perto de mim ninguém sofre,
Perto de mim ninguém chora.

Todos os dias bem cedo
Eu saio a procurar lírios,
Para enfeitar em segredo
A negra cruz dos martírios.

Vem para mim, alma triste
Que soluças de agonia;
No meu seio o Amor existe,
Eu sou filho da Poesia.”

Meu coração despiu toda a amargura,
Embalado na mística doçura
Da voz que ressoava...
Presa do Amor na delirante calma,
Eu fui abrir as portas de minh’alma
Ao verso que passava...

Desde esse dia, nunca mais deixei-o;
Ele vive cantando no meu seio,
N’uma algazarra louca!
Que seria de mim se ele fugisse,
Que seria de mim se não ouvisse
A voz de sua boca!

Não posso dar-te amor, bem vês. Meus sonhos
São da Poesia os ideais risonhos,
Em lago de ouro imersos...
Não sabias dourar os meus abrolhos,
E eu procurava apenas nos teus olhos
Assunto para versos.
© AUTA DE SOUZA 
In Horto, 1900 

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

JOÃO BATISTA DE VASCONCELOS CHAVES

João Batista Vascocelos Chaves
Imagem:mufpa.wordpress.com/‎
                JOÃO BATISTA nasceu em Macaíba no dia 4 de outubro de 1875, no solar Ferreiro Torto de DR. Clementino de Vasconcelo Chaves, o seu pai casar-se com a filha do Coronel Estevão José Barbosa de Moura.
                                                                                                                                                                                  Formar-se em ciências jurídicas e sociais pela faculdade de direito do Recife no ano de 1894, ainda jovem foi tentar a vida no Pará e exerceu o cargo de promotor público nas comarca de Baião,Cachoco, Camotá, Belém e Soure, deixando a careira de promotor, a advogar   na Capital, de quase imediato, envereda pela política partidária. É eleito deputado, exerceu o mandato de 1899 a 1912, e lecionou direito penal na faculdade de direito do pará, entre 1905 a  1911.

            De 1912 á 1914, João Chaves, exerceu a função legislativa, como representante do pará na Câmara Federal.


           Em 1915, adoece e vem para Natal transferido, vivendo anônimos, os últimos anos da sua vida.

           No dia 28 de abril de 1924, faleceu em natal, aos 44 anos e segundo Câmara Cascudo, chovia nesta dia.

          O conhecimento de Chaves em penologia o levou a fazer uma esquematização das penas, dos processos de julgamento e das execuções. Por tais motivos João é considerado o idealizador penitenciário.

                Obra de João Chaves

           -Uma memória histórica da  faculdade de direito- 1908- Pará.
          
          -Ciências penitenciário- 1912-Lisboa.

          -E artigo publicada em revistas e jornais. 

         Em homenagem a João Chaves foi criado a Escola Estadual Dr João Chaves, em Mangabeira, e a colônia penal (atualmente Escola Agrícola) em seu nome em Jundiaí, que depois é transferida para igapó em Natal- RN     

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

FOTOS ANTIGAS

Acervo: Odiléia Costa/ homenagem a Augusto Severo em Macaíba

Acervo: Odiléia Costa/ Comemoração do dia das mães em Macaíba

Acervo: Odiléia Costa/ Praça Augusto Severo

HOMENAGEM AO PROFESSOR RIVALDO D'OLIVEIRA


Acervo: Pessoal

Acervo: Pessoal



Rivaldo D' Oliveira nasceu no dia 06/08/1927, na cidade de Nova Cruz. Foi lá onde aprendeu as primeiras letras, com a professora Firma Francelino. Concluiu o curso primário no Grupo Escolar " Alberto Maranhão" em 1942. Se formou em técnico Agrícola pela Escola de Agronomia de Areia, Paraíba em 1948.
  Em 1949, começou a trabalhar na Escola Prática de Agricultura recém fundada, hoje Escola Agrícola de Jundiaí. Lecionou várias disciplinas na área Técnica e Humanística durante 35 anos, quando se aposentou em 1984.
  No ano de 1960, concluiu o bacharelado e a licenciatura em geografia pela antiga Faculdade de Filosofia, ciências e Letras de Natal.
   Rivaldo D'Oliveira foi um dos professores fundador e diretor do Colégio Comercial, (hoje Escola Estadual Dr. Severiano),  Escola Normal Regional e no Ginásio Paulo Nobre.( hoje Escola Estadual Professor Paulo Nobre).
   Escreveu dois livros sobre a história da Escola Agrícola de Jundiaí, sendo o 1º livro lançado  no ano 1999, de nome Jundiaí no seu Cinquentenário. E o segundo de nome Escola Agrícola de Jundiaí, ontem, hoje e amanhã, no ano de 2009. Professor Rivaldo D'Oliveira fazia parte da Academia de Letras de Macaíba.
   Mesmo aposentado nunca deixou de participar das manifestações culturais da cidade de Macaíba. Concerteza, hoje perdemos um grande homem da educação e da cultura de nossa cidade.
     Na manhã desda sexta- feira por volta das nove horas, o professor Rivaldo D'Oliveira falece. Amigos e Admiradores do Professor poderá prestar suas últimas homenagens no centro de Velório São José, em Lagoa Seca, Natal, próximo ao Batalhão do Corpo de Bombeiros do Rio Grande do Norte.

O professor Rivaldo d’Oliveira faleceu ontem dia 14 de junho, aos 85 anos, vítima de uma arritmia cardíaca 

MARIA ALICE FERNANDES

Imagem jotamaria-medicapioneira.blogspot.com
             Maria Alice Fernandes nasceu em Macaíba no dia 8 de dezembro, sendo a terceira filha do casal Antonio Marinho.
             Alice fez seus estudos no Grupo Escolar Auta de Souza, aos sete anos vai morar em Natal, do qual studa na Escola de Comércio Feminina, dirigida por Mademoiselle Julia Seuve, uma francesa, e de acordo com Anna Maria Cascudo Barreto, em seu livro Mulheres Especiais.
"Lá conheceu Francisco Fernandes, que lhe ensinou escrituração mercantil. Ambos se apaixonaram, casando com 8 meses de namoro e noivado. Terminou os estudos já casada, e depois de um ano teve seu único filho, Ferdinando. Só voltou a estudar quando ele completara seis anos. Dedicou esse tempo ao lar e a formação da criança, que representava o amor de Fernandes"
           Depois de alguns anos muda para Recife, onde se forma em medicina, em 1938. Em busca de mais conhecimento na área em que escolhera para atuar, vai para São Paulo fazer pós- graduação em obstetrícia, sendo assim a primeira médica Norte- Riograndese  formada nesta área.
Maria Alice trabalhou ao lado de grandes cirurgiões como João Tinoco, Erelvino Cunha, José Tavares e Joaquim Luz, ela sempre participou de congressos nacionais e internacionais de obstetrícia, incluindo o congresso internacional pela 25° aniversário da ONU, além dos cursos feitos na Alemanha, Japão e Suíça.
          Fez Vários partos, algumas sozinha e outros com ajuda, estimasse que em média tevesse realizado mais de 12 mil partos, entre eles estavam os de Marcio Marinho, Nilza Lopes Galvão de Oliveira, Valério Mesquita.
          Fundou em 19 de julho de 1949 a liga norte- riograndense contra o câncer organizou o IX curso de educação em prevenção ao câncer no campo de medicina preventiva, além de ter sido uma das fundadoras do hospital Luíz Antônio em 1946, foi sócia, fundadora e membro do conselho diretor da cruz vermelha brasileira, foi professora de inglês, formada pela Faculdade de Filosofia do Recife.
         Alice foi uma mulher que sempre se voltou para causas sociais, a saúde do próximo sempre foi o seu principal objetivo, isto se reflete nos títulos de cidadã honorária que recebera da cidade Eilkat, de indiana, o diploma de cidadã natalense que recebeu dos vereadores de Natal, o diploma de amigo da marinha, foi considerada ex- aluna honorária da Escola Doméstica de Natal, e do do Ministério da Saúde, que também a homenageou com o diploma pelo empenho na luta contra o câncer no país.
Quando adoeceu de labirintite, teve que parar de exercer a profissão de médica, devido o risco de perder a audição. Porém isto não a impediu de continuar a buscar a sua meta que era servir o próximo e á comunidade sua lema era "ajude-nos a ajudar". Seja o que fosse realizar, Maria Alice tinha determinação e convicção do que queria, a busca por seus ideais a fizeram ser uma mulher de metas e realização, por sempre procurar ir além á busca de fazer o bem ao próximo.
" Faleceu no Rio de Janeiro, em 1900, mas seu corpo foi transladado num avião cedido pelo Governo do Estado para ser sepultado em Natal"(medicina e arte, suplemento nos do RN...diário oficial do Rio Grande do Norte, ano II, número 17- abril de 2006).