PRIMEIRO RELATO QUE SE TEM CONHECIMENTO DE CAJAZEIRAS DATA DO PERÍODO EM QUE MACAÍBA AINDA ERA CONHECIDA COMO"POVOADO DE COITÉ", NA SEGUNDA METADE DO SÉCULO XVIII.
SEGUNDO OS HISTORIADORES OS PRIMEIROS HABITANTES DESTA LOCALIDADE FORAM ORIUNDOS DE UM QUILOMBO DE CANGUARETAMA.
OS PRIMEIROS HABITANTES REFUGIARAM-SE AO LADO DE UMA LAGOA QUE SE DESTACAVA EM SUA VEGETAÇÃO TRÊS PÉS DE CAJÁ, DAÍ DEU-SE INICIO A UM POVOADO CHAMADO DE LAGOA DO CAJÁ.
SOMENTE EM 1878 É QUE O SR. FRANCISCO ALBINO DA SILVA, (VINDO DA PARAÍBA DA CIDADE DE CAJAZEIRAS, COM ESPOSA E FILHOS.) NUMA FESTA ÁS MARGENS DA LAGOA DO CAJÁ, DIANTE DE TODOS PROPÕEM A MUDANÇA DO NOME DE LAGOA DO CAJÁ PARA CAJAZEIRAS DOS ALBINOS. ENTÃO FOI ACEITO E BEM VISTO PELA COMUNIDADE, NO DIA 24/12/1878, O POVOADO PASSOU A SE CHAMAR CAJAZEIRAS DOS ALBINOS. E DAÍ SURGIU CAJAZEIRAS.
Esse blog e voltado para todos os que amam história, aqui serão retratados história local, bem como mundial.
quarta-feira, 27 de janeiro de 2016
quarta-feira, 18 de novembro de 2015
Biografia de José Acaci

Imagem;Escola Estadual Henrique Castriciano de Souza
José Acaci é professor, compositor, poeta e cordealista. Nascido em Macaíba/RN,
filho de, Chagas Ramalho, do qual herdou o dom e a paixão pela literatura de
cordel, e de Dona Mariquinha.
Autor
dos livros Histórias de Rio Pequeno”, “Conselhos Pra Juventude”, “As
Histórias de Trancoso dos Meus Tempos de Criança”, “Gozando, Rimando e Rindo” e o projeto multimídia (livro e CD
infantis) “O Reino dos
Bichos”. Autor também dos CD’s Cordas e Cordéis e “Do Cordel à Embolada” e “Canções
de Poeta” e de mais de sessenta folhetos de literatura de cordel,
É
Vice-Presidente da Academia de Letras de Parnamirim/RN.
Desde 2006 o poeta trabalha no projeto O Uso do Cordel na Sala
de Aula,que é aplicado em Escolas Municipais do Município de Parnamirim, no
qual ele leva o incentivo à leitura, o estudo e a valorização do meio ambiente,
o conhecimento da cultura nordestina, e a importância dos valores humanos e
sociais através da literatura de cordel.
José Acaci é Membro da SPVA _ Sociedade dos Poetas Vivos a Afins do RN
e, pelos seus trabalhos e sua contribuição à cultura potiguar, recebeu
homenagens do SESC/RN, da Aliança Francesa e de muitas escolas públicas do RN,
além dos títulos:
Mérito Cultural Luiz da Câmara Cascudo, concedido pela Academia Caxambuense de Letras/MG;
Mérito Poético
Olegário Mariano, pela Sociedade Brasileira de Dentistas Escritores e,
Cônsul Poeta Del Mundo, pelo Embaixada da Paz, com sede no Chile.
Semestralmente participa da Semana BNB de Oficinas Culturais.
Projeto que leva às cidades do interior do Rio Grande do Norte, oficinas de
Teatro, Rádio, Vídeo, Fotografia, Produção de Projetos e Literatura de Cordel.
O projeto já foi aplicado nas cidades de Santa Cruz do Inharé, Sítio Novo,
Parnamirim, Angicos e Caiçara do Norte.
Juscio Marcelino de Oliveira
Juscio
Marcelino de Oliveira
Foto:Beco dos poetas e escritores
Nasceu
em 29 de maio de 1963 em Natal. É professor da
disciplina ensino de arte na rede Estadual e Municipal em Macaíba. É artista plástico
e de teatro. Participa da Academia Macaibense de letras.
É formado em pela UNP em artes- desenho, pós graduado em
Supervisão e orientação educacional- IESN e mestrando em ciências da educação-
Facnorte
Realizou exposições: 08 individuais em Macaíba e
algumas coletivas onde conta com a participação de dois salões promovidos pela
Capitânia das Artes e um salão promovido pela FAPERN (AbrahnPalatnik).
Curso de formação para teatro do improviso com o
diretor Amir Haddad
Participou do elenco de rua da Cia. Teatral Alegria
Alegria (Natal/RN)
Participou como maquiador artístico e ator do auto
natalino-2008 (Natal/RN)
Escreveu e dirigiu os autos natalinos realizados em
Macaíba: “Natal com Maria” no pátio da prefeitura em 2010 e em 2011 o auto
itinerante Uma “História de Amor” que percorreu 18 comunidades de Macaíba.
Participou nos anos 80 das extintas: FETERN – Federação
de Teatro do Rio grande do Norte e da CONFENATA – Confederação Nacional de
Teatro
Criou a ASTMA – Associação de Teatro Macaibense em
1982
Criou o FESTIM – Festival de Teatro Infantil de
Macaíba que teve 15 edições nos anos 80 para 90 Figurinista, cenógrafo e maquiador de teatro
quarta-feira, 21 de outubro de 2015
OS DIVERSOS NOMES QUE A ESCOLA AGRÍCOLA DE JUNDIAÍ JÁ TEVE.
Imagem do Livro Jundiaí no seu cinquentenário.
Primeira entrada da Escola Agrícola de Jundiaí.
A ESCOLA PRÁTICA DE AGRICULTURA (ATUAL EAJ) FOI INAUGURADA EM 03 DE ABRIL DE 1949, SENDO EXTINTA, EM 1953, PARA DAR LUGAR A ESCOLA AGROTÉCNICA DE JUNDIAÍ, QUE NOVAMENTE, MUDA DE NOME EM 14 DE FEVEREIRO DE 1964,PELO DECRETO NÚMERO 53.558, E PASSA A CHAMA-SE DE COLÉGIO AGRÍCOLA DE JUNDIAÍ, SENDO INCORPORADO Á UFRN, PELO DECRETO NÚMERO 61.162, DE 16 DE AGOSTO DE 1967.
Segunda entrada da Escola Agrícola de Jundiaí.
Foto:Ranier Nascimento.
Nova entrada da Escola Agrícola de Jundiaí.
Foto: Ranier Nascimento.
SOMENTE EM 16 DE AGOSTO DE 2000, É QUE A ESCOLA RECEBEU O NOME ATUAL; ESCOLA AGRÍCOLA DE JUNDIAÍ, UNIDADE ACADÊMICA ESPECIALIZADA EM CIÊNCIAS AGRÁRIAS, INTEGRADA Á ESTRUTURA ACADÊMICA E ADMINISTRATIVA DA UFRN.
sexta-feira, 16 de outubro de 2015
Acervo:Ranier Nascimento
Reportagem de 2002, trás a triste realidade da desvalorização do patrimônio em nossa cidade e no Estado do RN.
“A identidade e o caráter de uma cidade são
dados não só por sua estrutura física, mas,
também, por suas características sociológicas.
Por isso, é necessário que não só se preserve
e conserve o patrimônio histórico monumental,
como também que se assuma a defesa do
patrimônio cultural, conservando os valores que
são de fundamental importância para afirmar a
personalidade comunal ou nacional e/ou
aqueles que têm um autêntico significado para
a cultura em geral.” (IPHAN, 1995: 275)
O grande desafio a ser alcançado em Macaíba e no Estado, é conseguir a preservação do patrimônio
cultural e histórico, com fins de manter
viva a lembrança daqueles que participaram da
construção da nação, e que contribuíram para a formação da cidade.
Em Macaíba, existem algumas fachadas de prédios antigos preservadas, porém precisam ser restauradas, assim como o solar dos Guarapes. Símbolos arquitetônicos importantes de um passando não muito distante...
História de Jundiaí
SOLAR JUNDIAÍ.
FOTO:RANIER NASCIMENTO.
A origem do nome de Jundiaí vem do rio que possui origem indígena e deriva de “iundiái”, que significa rio dos jundiás. Os jundiás são peixes de águas doces originários da Amazônia, conhecido também como bagre. As águas do Jundiaí possibilitaram o surgimento de populações em suas proximidades.
Este foi o caso do Engenho Jundiaí. A fertilidade das terras onde hoje está localizada a Escola Agrícola possibilitou a fundação do engenho dedicada ao plantio de cana de açúcar. O Engenho Jundiaí surgiu nas vizinhanças de Coité, povoação situada na orla do rio Jundiaí. O engenho foi propriedade de ilustres personagens da história de Macaíba, que atuaram como senhores e senhoras de engenho. Entre eles, citamos o paraibano Fabrício Gomes Pedroza. No ano de 1909, o governador Alberto Maranhão, filho de Macaíba, comprou o Engenho Jundiaí à dona Joana Evangelista dos Prazeres Dantas, a fim de ser instalado um campo de demonstração agrícola para a produção de rapadura e de frutas tropicais.
Foto:Ranier Nascimento.
Dentro das terras atuais da Escola Agrícola de Jundiaí, encontra-se o baobá, árvore de grande porte proveniente das estepes africanas plantada nos tempos em que a escola era o Engenho Jundiaí. O baobá, erguido à margem da estrada, é um atrativo natural de Jundiaí. O exemplar encontrado em Jundiaí apresenta um tronco de 12,9 metros de circunferência, 4,10 metros de diâmetro e 15 metros de altura. Não se pode precisar com segurança, quem e quando foi plantado o baobá. Segundo a versão do historiador Luís da Câmara Cascudo, o baobá localizado em Jundiaí foi plantado por ex-escravos de Macaíba que trabalhavam no Engenho Jundiaí e que foram libertos no ano de 1887.
As terras onde hoje localiza-se a Escola Agrícola de Jundiaí também já abrigou um presídio. Após a extinção do Campo de Demonstração Agrícola de Alberto Maranhão, a área da fazenda foi anexada à Colônia Penal Dr. João Chaves. O penalogista Doutor João Chaves também é um nome importante para a história de Macaíba e da Escola Agrícola de Jundiaí. O doutor João Chaves, formado em direito e especialista em direito penal, foi o responsável pela fundação do estabelecimento prisional. Os presidiários da Colônia Penal tiveram grande importância na história da instituição escolar, uma vez que foram eles que ajudaram a erguer os primeiros prédios que viriam a ser a Escola Agrícola de Jundiaí. A Colônia Penal funcionou até o ano de 1955, quando saiu das proximidades da escola para ser transferida para a zona norte da cidade de Natal. Anos mais tarde, em 1997, os presidiários retornariam à propriedade da Escola Jundiaí para trabalhar nas lavouras e na cozinha da instituição, por meio de um convênio realizado entre a Universidade Federal do Rio Grande do Norte e a Secretaria de Justiça do estado.
Em um dia de domingo, 3 de abril de 1949, nasceu os primórdios da Escola Agrícola de Jundiaí: a Escola Prática de Agricultura. Nesta tarde histórica, nasceu uma pequena escola de instalações modernas idealizadas por dois grandes nomes: o doutor Enoch Amorim Garcia e professor Rivaldo D’Oliveira. Enoch Amorim Garcia era natural de São José de Mipibu e formado no curso de bacharel em direito na faculdade do Recife. Enoch Amorim Garcia sonhava com a fundação de uma casa de ensino que oferecesse o ensino médio agrícola no Rio Grande do Norte. Devido a sua importância, o fundador da instituição tornou-se macaibense honorário por título outorgado pela Câmara de Vereadores de Macaíba. Enoch Garcia concretizou o seu sonho ao lado de Rivaldo d’Oliveira. Rivaldo d’Oliveira, originário da cidade de Nova Cruz, é técnico agrícola pela Escola de Agronomia de Arei (Paraíba) e trabalhou, em 1949, na recém-fundada Escola Prática de Agricultura. Logo, no dia 4 de abril de 1949, a Escola Prática de Agricultura abriu as suas portas com a primeira aula ministrada pelo professor Rivaldo d’Oliveira.
CAPELA EM HOMENAGEM A SANTA LUZIA.
FOTO: RANIER NASCIMENTO.
No interior da Escola Prática de Agricultura de Enoch Garcia, ergueu-se uma capela em devoção a Santa Luzia. A devoção à santa teve início quando, em 1947, um vaqueiro encontrou uma imagem no canteiro da estrada nas proximidades da cidade de Macaíba. Atualmente, a capela de Santa Luzia ainda se encontra na propriedade da escola. Do ano de 1949 em diante a instituição escolar passou por algumas transformações. Em 1954, a Escola Prática de Agricultura foi transformada em “Escola Agrotécnica de Jundiaí” pelo convênio firmado entre o estado do Rio Grande do Norte e o Ministério da Agricultura. Em 1967, a casa de ensino foi incorporada à Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) passando a ser chamada de Colégio Agrícola de Jundiaí. Finalmente, no ano de 2002, a instituição recebeu a atual denominação: Escola Agrícola de Jundiaí.
Hoje, a Escola Agrícola conta com quatro cursos técnicos integrados, sendo eles: agropecuária, informática, agroindústria e informática. Além disso, a instituição possui cursos de graduação e de pós-graduação. Como pioneira no ensino integrado agrícola, a Escola Agrícola de Jundiaí continua formando profissionais e cidadãos.
FONTE:Escola Agrícola de Jundiaí
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